Voltei!
A todos os que me visitarem, cordial mas sincero abraço.
Escrever e falar Português
Hoje é dia de Portugal. E eu, considero-me nacionalista e atenção, não confundir com racista ou xenófobo. Como português, branco, não me considero superior a nenhum outro, de qualquer outra raça ou país. Acontece que tampouco, obviamente, me considero inferior, daí que não consigo aceitar o presente sublimar a minha cultura, perante qualquer outra. Dito isto, adoro o meu país, o meu povo e a sua cultura e principalmente, adorando-a, orgulho-me da minha língua, falada e escrita. E foi por isso, que hoje, dia de Portugal e de Camões, resolvi regressar a este espaço para a defender. Isto porque vendo nos dias que correm, já alguns políticos que mesmo alegando-se seus defensores, aos mesmos vejo e em paralelo com os órgãos de informação que a deveriam defender também, a destruir, deformar e sobre ela inventar. Para tal, muito tem contribuído a influência do português, mal falado e escrito do Brasil, que alguns defendem e preferem até como cultura, criando uma espécie, e essa sim, de xenofobia invertida, que leva por exemplo até mesmo, canais de tv, a SIC á cabeça, a encontrar numa comunidade de quinhentos mil cidadãos, cerca de cinco por cento, um em cada três para entrevistar sempre que saem com as suas câmaras á rua, tal é o fascínio. E regressando á língua, nossa língua e á permeabilidade permitida e preferida até por por esses e a que chamam por vezes, quando mal a escrevem e falam, de pronuncia apenas, esquecendo que pronuncia não deforma, pois prenuncia é: tomando como exemplo, falar, "biseu", por quem lá vive, mas escrever e bem, Viseu. É dizer "lete", mas escrever leite, e por aí … se é que me faço entender. E não, ao regime, seja politico ou conjunto de algo regimentado: chamar "regimento". Já que esse, é militar. É dizer, substituindo, "em primeiro" ou apenas "primeiro", primeiramente, já que não existe segunda, ou terceira mente. Apenas uma. "Aprontamento", para o finalizar de algo, ou "alarmado" para algo com alarme, "enganação" para equivoco, ou "apoiadores" para apoiantes, e etc, etc, por aí e ainda mais qualquer coisa. A nossa língua, será talvez uma das três mais completas e uma das cinco mais faladas em todo mundo, aceitemos por isso que, a mesma se transforme e adapte por esse imenso espaço, mas aqui, na sua origem, como o devem e fazem com a sua os outros nos seus países, defendemo-la devemos, correta, bonita e completa. Tal como os ingleses defendem o seu Shakespeare, perante o inglês americano, australiano, ou canadiano e aqui ao lado, os espanhóis defendem Cervantes e o seu castelhano e sua evolução, das suas variações americo-ou-latinas, defendamos de igual modo, sem envergonhar a memória do legado, fiéis e orgulhosos do nosso Luís Vaz de Camões, o maravilhoso Português que herdamos. Por Portugal!

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