Obrigado à Ipsis Verbis!
Palavras, leva-as o vento! Para as segurar eu as escrevo, e porque todos somos testemunhas do mundo, mais do que vê-lo, é preciso pensá-lo!
sábado, 26 de maio de 2018
sábado, 20 de janeiro de 2018
A CHIADO E O SONHO QUEIMADO
Não perdoes Fernando Pessoa, pois sabem o que fazem!!
Autores descontentes da Chiado
Abarco neste texto, todos os autores que estão comigo no descontentamento em relação à Chiado. E todos os outros, que não estando ainda connosco, o estão também.Não os acuso de nada! Não posso! Não quero!
Relato factos, digo o que penso, digo o que sinto; nunca deixando este de ser um blog de opinião. Para quem o ler e não for autor da Chiado, eu começo por afirmar:
Tudo o que digo, o que escrevo é verdade!
Para os que comigo repartem o azar de a eles estarem, ou ter estado ligados, (99%, pelo menos), as semelhanças ao processo de cada um, provam a verdade no que escrevo.
Analisar aqui o factor legal, começando por definir o que é editar um livro, e o quanto, o disponibilizar num site, por encomenda, com data de entrega em prazo que vai do perder de vista, ao talvez enviem. Ou que, um processo de edição, atropelado na ordem dos factores, despido de divulgação ou qualquer apoio, e que, uma obra literária, paginada, capeada, não revista, nem sujeita à critica, sendo às livrarias apresentada, possivelmente por email, em pacotes de dez, doze ou catorze; possa ser considerado editar. Não o seria aqui, fazer essa analise, oportuno ou prudente.
Talvez a seu tempo, seria bom que não, não vendo eu como, num lugar mais privado; perdoem-me os outros, discutiremos esse lado. O jurídico!
Aqui, agora, a mensagem que pretendo continuar a levar ao "advogado dos pobres", a imprensa, a comunicação social, vai noutro sentido. E isto; na grande vantagem deste "advogado", a de, trabalhando publico, pois é publico que se pretende que seja, sem acordo de confidencialidade ou segredo de justiça, só com a verdade poder trabalhar.
Aqui, agora, falo do factor humano! Do sonho prometido e friamente destruído. Do trabalho dos autores, quatro anos no meu caso, em horas pós laboral, roubadas à família, aos amigos e a nós mesmos, atrás de um projecto, do sonho. Eu falo do talento perdido que pode, e há, porque eu já o li! E se, o saber escrever, depende de uma resposta que a Chiado precisamente me nega, saber ler eu sei. Com esse talento, com esses autores queimados à nascença, com essas obras de morte anunciada; quem se preocupa?
Pois é, cá estão eles, os três macaquinhos que inventaram o politicamente correto. Ninguém viu, ninguém ouviu, ninguém falou!
Temos as livrarias, que põem imediatamente de lado tudo o que chega da Chiado, indiferentes ao valor que possa ter. Dizem faltar-lhes opinião, crítica, enfim referências. E depois, livros com erros, tem esse "mau feitio", o de trazer queixas, devoluções, perda de clientes. Ficam assim assistindo a pedidos, encomendas não satisfeitas, sem grande empenho, passando a obra a esgotada. Pessoalmente, três vezes em sete meses, estrategicamente, logo após lançamento, a seguir à feira do livro, e assim que surgiram opiniões. -Pergunte ao seu editor quantos livros tem impressos? Se há pedidos, e não são satisfeitos; para nós está esgotado. -Escutei ao balcão da Bertrand. E não é que faz sentido!
E o livro, mal nasceu, sem culpa pode ter um erro ou dois ou ser "perfeitinho", bom mesmo, quem sabe, e antes de gatinhar, nascido sozinho sem a ajuda da Chiado, que não convida ninguém, não o apresenta a ninguém e no mal anunciado baptizado, fala de si, madrinha vaidosa, em vez do afilhado. E já leva com o primeiro balde de cal! Levado ao júri da máquina registadora a nu, sem adereço, argumento, elogio que o defenda, ostentando mau nome de fábrica, é ignorado. P`ró lado! Para a fabrica, o nome desta forma associado, em nada incomoda. Afinal, não vai a lado nenhum!
Às outras editoras, é-lhes indiferente que se possa perder cultura, talento assim. Estarão elas isentas de culpa? Fechando-se a novos autores, fazendo umas um concurso publico anual, a maioria nem isso. Não terão elas cavado o terreno para que a Chiado, e sabe-se lá quem mais, plantarem a sua horta. E que horta!? Com meses de cento e muitos lançamentos, a dois mil por cabeça, desculpem; por autor, vender para quê?
A SPA a quem antecipo um pedido de desculpas, se não for justo, e algo já tenham feito ou pretendam fazer, pois que, escutando: -Há pois! Na Chiado é complicado. O Sr. não é o primeiro autor a ter problemas. -pois pudera! Digo eu. Demonstra conhecimento, e como tal, eu algo esperar, de quem sempre escutei, que se pretende ser a maior defensora dos autores. Embora ao que parece, para toda esta gente, arte, talento, cultura, é apenas um modo de ganhar a vida. Daí, talvez no mínimo, um protesto publico pela utilização por esta empresa, da imagem de Fernando Pessoa. Não perdoes Fernando, porque sabem bem o que fazem! Muito bem escolhida por sinal, inteligentemente. Até porque, e tenho que o reconhecer. Há ali gente com talento!
O nosso contrato, é disso prova. Há talento! Como não vendemos, não será para editar livros; mas que o há, há!
O Sr. que respondeu em trinta e seis horas, ( e olha que tinha dez dias), que as tinha passado colado ao original, e nele via grande potencial. Bem escrito! Que depois de muita insistência, aceitou reunir, e de mão estendida, a mim e a minha mulher recebeu com um sorriso. -Tive a sorte de ser seu editor! -Que viajado o Sr., tinha chegado havia pouco do Brasil, e que mais do que o português, (e veja-se que este seria, todos os países de língua oficial portuguesa), via no brasileiro um grande mercado para a obra, e blá, blá, blá, wiskas saquetas. E eu, ingénuo talvez. Pois é, ingénuo, cego pelo sonho, e algo vaidoso, mergulhado na talentosa massagem em que o meu ego se regalava, nada li no exagero do blá, blá, blá, e só escutei o Wiskas saquetas. Talento é talento!
Faltou ali talvez, digo eu, alguma inteligência, pois começando pela errada classificação de biografia, muito embora claramente baseado em experiência real, está longe de o ser, no sentido em que falamos. Todos afinal o são! Mas o Sr. assim o classificou, e dessa forma, o testemunho de um colega prova hoje, o que cedo comecei a sentir. Que na altura, o Sr., funcionário da Chiado, se do livro algo leu, deve ter sido o titulo. Pois teria nele lido, e os que já me homenagearam com a sua leitura, (sempre grato), mais facilmente entenderão, que não se adivinhava no autor, alguém que facilmente desiste de lutar pelo que acredita. E sabendo a realidade que tinha para oferecer, ter-me-ia dito que não!
Mas para ele, na falta de uns, outros valores falaram mais alto. E eu acreditei quando me considerou escritor. Na necessidade pessoal e própria de certificar a obra, de porta em porta batendo, sei que sou. Como sei que entre nós a maioria o é. O que valemos? Isso é o que a Chiado nos deve!
Transformando o sonho, que característicos de gente de bem, crédulos pagámos nós mesmos para o destruir, no pior pesadelo de um autor. O nunca vir a saber o valor do que criou.
Esse valor, essa resposta deve-nos também as livrarias. Deve-nos o mundo editorial. Apertado, às cotoveladas uns aos outros no curto mercado, queixando-se mesmo do espaço roubado pela Chiado, se algum rouba na pratica, e por eles tornado efémero, quando nele só vêem o lucro rápido, do livro do primeiro, sobre o segundo escrito pelo terceiro, de fuxiquices politicas, vermelho desgraça ou rosa socialite, com certificado de popularidade, em biografias curtas de vida por todos conhecida, todos iguais, "parecidos" ou "semelhantes", trocada a ordem das receitas ou conselhos nutricionais, do tipo pudim de pacote, instantâneo, rápido de fazer mais rápido de consumir, sem risco e escritos por gente bonita, saudável e elegante, que sabe certamente comer e usar o Word.
E na fogueira pública com lenha paga por nós, em que a Chiado queima obras e autores, não ocorreu a ninguém se perguntar, que possível talento se está a queimar.
Acabo como comecei, repetindo, que não acuso a Chiado de nada. Conto o que vivi e vivo, numa relação com a empresa do tipo, em que um, apanha o outro a traí-lo, viu com os próprios olhos e o outro sabe, mas nega. Em que tudo o que escrevi aqui sobre o que penso, julgava ser, me foi dito e sei, já tive a malograda oportunidade de o dizer directamente ao Sr. director comercial da Chiado, e cuja vossa experiência colegas, confirma.
Até porque, e este é o "Admirável Mundo Novo", do nosso tempo, possivelmente para eles, deveríamos estar gratos. Enquanto outros nem nos quiseram ler, eles nem precisaram. Se outros exigiam qualidade, para eles o Word bastou. Paginaram, capearam, proporcionaram um tempinho no tão visitado e concorrido facebook da empresa. Pedido ao site, se for enviado, dez dias na mesma cidade, (mais, e a culpa é das livrarias). E até temos uma pagina no site, para acreditar no que não vendemos. E tudo isto seja editar, e eu,... eu esteja apenas a ser ingrato?
Só a divulgação da verdade o poderá esclarecer. E esse é o apelo, o pedido, que fazemos a todos aqueles que trabalhando no quarto poder, tendo na pena, na voz ou na imagem uma arma e na verdade e justiça o objectivo, nos ajudem. E a esses sim, sou e serei sem duvida alguma grato.
O nosso mais sincero obrigado à Jornalista Rita Pinto Coelho (sapo24).
pelo artigo de 08 Janeiro 2018 "O Homem Sonha, a Chiado Editora Publica e a Obra Nasce"
V.D.
http://24.sapo.pt/atualidade/artigos/o-homem-sonha-a-chiado-editora-publica-e-a-obra-nasce
"Para que os maus vençam, basta que os bons nada façam"
E que todos aqueles, que lida esta frase, acenem com a cabeça proferido; "...grande verdade..., e depois voltem a por as mãos nas algibeiras, saibam, que a acontecer o dia, em que vitimas dessa grande verdade sejam, comigo querendo, podem contar. V. D.
domingo, 19 de novembro de 2017
Cultivadores de Esperança
Porque algures do lado de lá Mundo, um estadista ameaça com a guerra o outro lado. Porque escondendo com a falsa fé, homens decapitam outros em nome de um Deus. Porque há crianças com fome, abusadas física e sexualmente em troca de uma refeição. Porque escravizados, homens são a outros vendidos, usados e explorados. Porque numa viela, algures ao nosso lado, a vida de alguém se esvai em sangue, para que outro alguém enriqueça com um órgão roubado. Porque,...
Porque há momentos em que no nosso semelhante só vemos a bestialidade!
Porque, o mal existe!
E a esperança em nós mesmos, precisa de homens com a coragem de dizer não.
Não me rendo enquanto houver inocência e sorriso no rosto de uma criança. E cultivadores de Esperança, nos recebem, e sem rótulos, títulos ou preconceitos os frutos da sua missão connosco dividem.
Porque sendo estes homens tão raros. Quando a vida nos presentei com a sua amizade e o privilégio do seu ser; no sentir e no pensar, nos fazendo melhores seres humanos. Esquecemos nossas feridas sociais, medos, raiva e revolta, e como a criança, que recebe no Natal a prenda que apenas se atreveu a desejar em silêncio, corremos a mostrar-la ao mundo.
Eu, com muito orgulho, apresento-vos o meu amigo Raul Tomé, durante a apresentação do meu livro no dia 11 de Novembro na FNAC. Com amizade pelo meu amigo, com respeito pelo homem, admiração pelo escritor e grato, grato, pelo fruto de esperança.
Aquele abraço Raul!
Porque há momentos em que no nosso semelhante só vemos a bestialidade!
Porque, o mal existe!
E a esperança em nós mesmos, precisa de homens com a coragem de dizer não.
Não me rendo enquanto houver inocência e sorriso no rosto de uma criança. E cultivadores de Esperança, nos recebem, e sem rótulos, títulos ou preconceitos os frutos da sua missão connosco dividem.
Porque sendo estes homens tão raros. Quando a vida nos presentei com a sua amizade e o privilégio do seu ser; no sentir e no pensar, nos fazendo melhores seres humanos. Esquecemos nossas feridas sociais, medos, raiva e revolta, e como a criança, que recebe no Natal a prenda que apenas se atreveu a desejar em silêncio, corremos a mostrar-la ao mundo.
Eu, com muito orgulho, apresento-vos o meu amigo Raul Tomé, durante a apresentação do meu livro no dia 11 de Novembro na FNAC. Com amizade pelo meu amigo, com respeito pelo homem, admiração pelo escritor e grato, grato, pelo fruto de esperança.
Aquele abraço Raul!
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Covardia para matar
Há um tempo atrás, escrevi um texto sobre o medo. Em como bom conselheiro ele é, obrigando-nos ao consciente alerta, à previdência e à oportunidade para que a coragem o supere, domine, e o homem possa agir. Ganhando a coragem sentido, apenas quando supera o medo, no domínio, na segurança e inteligência de actuar, ela prova-nos, que não é no irresponsável, quiçá, louco ignorar o medo que ela reside, mas na sua superação.
Não confundir com covardia! Essa tolhe, embrutece, estupidifica.
E sobre essa, vou-vos contar uma pequena história.
Um ladrãozinho de estendais, rádios de automóvel, um descuido aqui outro ali e agarrado ao vicio, primário e condenado a três anos e meio de prisão, entra numa cadeia de condenados e calha-lhe a dividir a cela com um "maduro". O dito, a um terço do fim da pena máxima, homicida, em serie diziam alguns, pois matara já por duas vezes do lado de fora, e do outro, o ultimo colega de cela aparecera morto.
Dito assim, face a este quadro e com três metros por dois para dividir, qual deles o homem mais perigoso? É ridícula a pergunta; de óbvia. Quando soube, quem lhe calhara em sorte, o ladrãozinho gelou. Ainda por cima de fraca figura, perdera para cada grama de heroína, cem de peso, quando viu os cem quilos de assassino; se gelara antes, agora molhava as cuecas. Aterrorizado, vivia encostado às paredes e o pouco que comia, cagava fininho. Não dormia, transpirava frio de noite; falava sozinho. Deste modo, se passaram cinco dias de coabitação forçada. Sete da manhã e o guarda abre a porta da cela e um deles está morto.
Pois é! Isso mesmo!
O ladrãozinho, em pânico e desvario, encurralado em si mesmo no corredor do medo, o assassino surpreendeu a dormir, e matou-o.
O outro morreu, poupou anos de prisão. O ladrãozinho herdou-os. De vez enquanto, perde-se e junta mais uns anos. Um "filho da cana". Dizem do lado de lá que é louco, fraca figura, não conhece o medo.
Se estiver vivo, deve lá estar ainda. É agora o homem perigoso da cela, que dorme com um olho aberto, à espera do covarde que o há de matar.
V.D.
O medo, a culpa e o arrependimento, o homem e o crime, e o poder absoluto sobre a vida de outro homem que ao juiz a justiça concede, para que, talvez até citando a bíblia, a aplique. Numa sociedade de conveniências em que o crime e a pena, dependem do estatuto e poder económico de quem o comete, perguntemos-nos: quem são os homens que estão atrás dos muros da prisão? Quem são os maus, da nossa sociedade?🙈🙉🙊
" Porque há quem mate sorrindo,
e quem roube chorando"
Não confundir com covardia! Essa tolhe, embrutece, estupidifica.
E sobre essa, vou-vos contar uma pequena história.
Cheio de coragem covarde
Um ladrãozinho de estendais, rádios de automóvel, um descuido aqui outro ali e agarrado ao vicio, primário e condenado a três anos e meio de prisão, entra numa cadeia de condenados e calha-lhe a dividir a cela com um "maduro". O dito, a um terço do fim da pena máxima, homicida, em serie diziam alguns, pois matara já por duas vezes do lado de fora, e do outro, o ultimo colega de cela aparecera morto.
Dito assim, face a este quadro e com três metros por dois para dividir, qual deles o homem mais perigoso? É ridícula a pergunta; de óbvia. Quando soube, quem lhe calhara em sorte, o ladrãozinho gelou. Ainda por cima de fraca figura, perdera para cada grama de heroína, cem de peso, quando viu os cem quilos de assassino; se gelara antes, agora molhava as cuecas. Aterrorizado, vivia encostado às paredes e o pouco que comia, cagava fininho. Não dormia, transpirava frio de noite; falava sozinho. Deste modo, se passaram cinco dias de coabitação forçada. Sete da manhã e o guarda abre a porta da cela e um deles está morto.
Pois é! Isso mesmo!
O ladrãozinho, em pânico e desvario, encurralado em si mesmo no corredor do medo, o assassino surpreendeu a dormir, e matou-o.
O outro morreu, poupou anos de prisão. O ladrãozinho herdou-os. De vez enquanto, perde-se e junta mais uns anos. Um "filho da cana". Dizem do lado de lá que é louco, fraca figura, não conhece o medo.
Se estiver vivo, deve lá estar ainda. É agora o homem perigoso da cela, que dorme com um olho aberto, à espera do covarde que o há de matar.
V.D.
O medo, a culpa e o arrependimento, o homem e o crime, e o poder absoluto sobre a vida de outro homem que ao juiz a justiça concede, para que, talvez até citando a bíblia, a aplique. Numa sociedade de conveniências em que o crime e a pena, dependem do estatuto e poder económico de quem o comete, perguntemos-nos: quem são os homens que estão atrás dos muros da prisão? Quem são os maus, da nossa sociedade?🙈🙉🙊
" Porque há quem mate sorrindo,
e quem roube chorando"
terça-feira, 9 de maio de 2017
O Lado de cá, do Lado de Lá
Quem são os maus, os perigosos da nossa sociedade. Aqueles que não tiveram o dinheiro, poder e influência de fazer arrastar os processos anos a fio, para gozar o arquivamento, absolvição ou "penas simbólicas" como condenação. A coragem de o questionar, num livro de homens e crimes reais dentro dele.
Depois, o que a sociedade tem para oferecer àqueles que, condenados, vêem a impunidade nos poderosos. Porque são absolvidos, os criminosos por detrás de advogados famosos, numa justiça que se diz cega, para uma lei igual para todos.
Para que o grito preso na garganta dos homens do lado de dentro dos muros, se faça ouvir, para que o meu grito se liberte, este livro tinha que ser escrito.
Porque há quem mate sorrindo, e que roube chorando!
O LADO DE CÁ,Um homem, um passado criminoso que nunca quis feito na rota da droga, a flexibilidade conveniente do sistema judicial e o subproduto humano produzido pela prisão. E a pergunta!
Como
medir dentro de um homem a culpa, a maldade e o arrependimento?
“Porque
há quem mate sorrindo e quem roube chorando”
Como
o sentiu na pele, e isso lhe dá o direito, a personagem acusa a sociedade de
apenas pensar a justiça, sem a sentir.
Ficcionado
em dois mundos reais, empresta o autor á personagem conhecimento pessoal, sobre
os dois lados dos muros prisionais.
No “Lado de Lá, “o seu “fundo do poço” na
queda desamparada da droga, entre o desenrolar de histórias, de crimes e
homens, talvez maus talvez bons, Civic, a personagem, assumindo o seu crime,
rejeita o peso da condenação. E do “Lado de Cá”, sente-se agora, pelo erro frio
da desproporcionalidade, portador de crédito com a justiça, para a praticar:
“Tenho
plena consciência de que muitos, são os cancros do mundo e o que vou fazer, não
passa da eliminação de uma das inúmeras metástases, de um deles.”
Justiceiro,
dir-se-á! Psicopata talvez. Tem no gato com quem divide casa, seu alter-ego,
“Reconheço que a sensação de que ele me responde e
contesta, colocando-me na mente frases e mesmo respostas, embora já não me
incomode, roça sem dúvida a loucura. Ou não!?”
e como alvo na sua justiça, a pessoa de um ex-político pedófilo. A sua missão!
“Missão
a que a própria sociedade afere sentido, sempre que poupa os poderosos e faz
dos fracos exemplo, sempre que aplica dois pesos, quando o poder alivia um
deles e a silenciosa máfia das influências se faz sentir”
DO LADO DE LÁPode ser encomendado ao autor através
vicedelmar@gmail.com, pvp. 14€ (autografado, portes pagos pelo autor)
Na Chiado Editora, ou por todo o País
Aos leitores que me honram com a leitura do
meu livro, eu agradeço, comentário, sugestão ou
crítica. É na humildade da gratidão pela crítica, que está o respeito pelo leitor.
Vicente Delmar
Peça o seu livro autografado em
vicedelmar@gmail.com
12€ com portes pagos
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